Arquivo de Outubro de 2009
Autoridade e Poder
É comum confundir-se poder com autoridade.
AUTORIDADE é força moral - independe do poder.
É fruto da honestidade de propósito, competência e amor a uma causa. É essa força que gera confiança e faz com que a ordem dada ou decisão tomada seja não apenas obedecida, mas aceita, respeitada e bem cumprida !
Em regra, as pessoas se embriagam, ficam cegas e orgulhosas com o poder.
Embriagadas, elas se sentem donas absolutas da situação e donas da verdade; passam então a dar “lição de moral” a Deus e ao mundo.
Cegas, elas, sobretudo, nÃo se enxergam e nÃo enxergam nem aceitam a realidade; nÃo enxergam que podem estar sendo levadas a cometer os maiores despropósitos.
Orgulhosas, elas se julgam carismáticas, se sobrepoem a tudo e isola-se em si mesmas.
Na verdade, poucas, muito poucas, mantém a humildade,
a simplicidade, a serenidade e a firmeza de ação !
A influência nefasta do poder nas pessoas ou, mais acertadamente, a doença e/ou fraqueza das pessoas quando no poder, leva-as a perder autoridade - liderança - força moral.
Leva-as, assim a provocar contestações, revoltas e os mais variados desencontros!
Elas, de fato, passam a ser essencialmente negativas !
Quando a pessoa se acha cheia de poder, na verdade não tem nenhuma autoridade !
DO LIVRO
Quebrando o Gelo, Rompendo as Amarras -
J. CONDURU
Colaborou
Nena Bertoni
Sem comentários »E assim.. Deus criou um policial.
Deus estava criando o Policial.
Ele estava no sexto dia de horas extraordinárias, quando aparece um Anjo e lhe diz:
- O Senhor está levando muito tempo nessa criação!
E Deus responde:
- Você já viu o que os humanos me pedem neste modelo? Um policial tem que poder correr 10 km por ruas escuras, subir por paredes, entrar em casas que nem um fiscal de saúde pública ousaria chegar perto… e tudo isso sem sujar, manchar ou amassar o seu uniforme! Tem que estar sempre em boa forma física, quando nem sequer lhe dão tempo para comer. Tem que investigar um homicídio, buscar provas nessa mesma noite e, no outro dia, ir até um tribunal prestar depoimento. Acho que vai ter que ter seis braços…
- Seis braços? Impossível!
- Não são os seis braços os que me incomodam. São os três pares de olhos.
- Até isto também? Três pares?
- Sim, um par com raios-x para poder ver o que os criminosos levam escondido ou onde se escondem, outro par ao lado da cabeça para poder cuidar de seu companheiro e outro para poder olhar para uma vítima que esteja sangrando e poder dizer a ela que tudo sairá bem, quando sabe que isto nem sempre corresponde á verdade. Tem até um modelo que é capaz de acalmar ou dominar um bêbado de 150 kgs sem nenhum incidente e, ao mesmo tempo, manter uma família de cinco pessoas com seu pequeno salário.
- Mas ele pode pensar?
- É claro que pode! Pode investigar, buscar e prender um criminoso em menos tempo que levam cinco juízes discutindo a legalidade dessa prisão e, além disso, tem muito controle de si mesmo. Pode suportar as cenas de crime às portas do inferno, consolar a família de uma vítima de homicídio e, no outro dia, ler nos jornais como os policiais são insensíveis aos direitos humanos dos criminosos. E não é só isso…
O anjo olha para o modelo, passa os dedo pelas pálpebras da criação e fala para Deus:
- Tem um vazamento nesse aqui, e sai água.
- Não é água, são lágrimas…
- Mas por que lágrimas, se ele tem que ser tão forte?
- São por todas as emoções que carrega dentro de si, por um companheiro caído, por um pedaço de pano chamado bandeira e por um sentimento chamado Justiça.
- O Senhor é um gênio!” - Responde-lhe o Anjo.
- Na verdade, caro anjo, já me decidi. Vou ter que esquecer os seis braços e os três pares de olhos. E sabe por que? Porque eu lhe dei lágrimas, e elas brotam de sentimentos. PORTANTO ELE É SIMPLESMENTE UM HOMEM!”.
Colaborou
Nena Bertoni
1 comentário »Unidos na Defesa do Policial Civil
Quem poderá ser contra a nossa esperança? Os nossos algozes passarão, a nossa esperança será eterna. E em breve, em um futuro próximo seremos uma polícia eficiente e voltada para o atendimento prioritário ao cidadão, não seremos mais explorados politicamente, e os traidores de hoje, no amanhã, também serão lembrados como traidores do passado, a historia lembrará permanentemente somente daqueles que tiveram perseverança e coragem para não se venderem por qualquer moeda, por qualquer papel.
No momento temos que aproveitar esta oportunidade impar, para lançar luz nesta falência em que estamos sucumbidos, e conclamar a todos os policiais civis para jamais permitir a exclusão, de nenhuma forma e por ninguém, assim sendo, passo a compartilhar o seguinte fato: no dia 03.10.2009, na cidade de Timon-MA o pseudo-radialista Carlos Silva da rádio Maranhão FM, possivelmente uma emissora clandestina ou algo que o valha, veiculou através das ondas médias desta emissora que existem policiais civis recebendo dinheiro de traficantes, fato este que já seria de conhecimento do Secretário de Segurança Pública e da maioria da população da cidade, e foi além na sua sanha de enlamaçar a honra daqueles que sempre honraram o Maranhão, ao dizer que inclusive o policial civil Chico Moura teria sido afastado das suas funções, no entanto o radialista não declinou os motivos específicos, mesmo sabendo através de informações precisas que a respectiva emissora tem um baixo nível de audiência, ainda assim, o estrago foi feito e maculou todos os policiais civis lotados na regional, fato este inadmissível.
Como sei que a nível de instituição tudo ficará como “dantes no quartel de Abrantes”, e que a SECOM da SSP só serve para propagar o que faz e o que não faz o titular da pasta, não constrói uma só frase na defesa do policial, temos que nos defender sozinhos, e rejeitar categoricamente qualquer ofensa moral ou maculação institucional, não podemos e não devemos aceitar esses fatos como normais, temos que nos unir nestes momentos e fortalecer o colega execrado, pois assim estaremos defendendo também a policia civil, tão carente de ações desprovidas de interesses pessoais e sanguessugas de plantão.
Parece que ainda existe espaço para um debate construtivo que é o que a polícia e a sociedade precisa, unidos em busca de políticas públicas que possam trazer a compreensão de que a criminalidade tem como nascedouro as entranhas da própria sociedade, ambiente este que é extraído o trabalhador policial, raiz e fruto de todas as desigualdades, de onde vem o policial civil? Quais foram os caminhos trilhados até o desaguar neste rio tortuoso da nossa polícia? Somos felizes ou fazedores de ilusões? Quem cuida dos nossos alcoólatras e dos nossos diabéticos? As nossas trincheiras estão temporariamente interrompidas e não podemos parar e temos que nos defender a nos mesmos, muitas vezes de forma equivocada e singular. Temos que gritar e pedir ajuda e buscar a esperança destroçada que muitas vezes se quer percebemos, refém que somos temporários do arbítrio e da violência silenciosa…
Esse texto talvez sirva como involuntária contribuição a um debate hoje na ordem do dia, como poderemos defender a sociedade se sequer sabemos nos defender, e aceitamos agressões aviltantes como se fossem simples discussões domesticas que no dia seguinte tudo se resolve, não podemos aceitar! E diante desses fatos, e da violência expressada já determinei ao Dr. James Lobo, Advogado do SINPOL para Caxias e Timon e orientei o diretor do Sindicato da regional, o companheiro Joelio Borges, providencias imediatas para que o radialista seja responsabilizado civilmente e criminalmente, e tudo o que for necessário e providencial para se fazer justiça.
Deus ofereceu ao homem a capacidade de pensar, aprender, evoluir e refletir para o exercício das suas escolhas. O homem exercita o livre arbítrio de acordo com as leis do estado, da sua fé e da sua consciência.
Texto de total responsabilidade
De Amon Jessen
Presidente do SINPOL
Data: 16.10.2009
Fonte: SINPOL-MA.
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